Título: Júlio Prestes — A História que Não Foi Contada
Formato: Longa metragem Ficção Live Action
Gênero: Drama histórico / Suspense político
Duração estimada: 130 minutos
Ambientação: Itapetininga e o interior paulista, 1930
Idioma original: Português brasileiro
Estágio: Desenvolvimento
Modelo de produção: Projeto aberto a coprodução, financiamento e negociação de direitos de distribuição. A proposta transita facilmente entre um longa ou uma mini série, conforme os acordos a serem estabelecidos entre parceiros comerciais.
Sinopse
Itapetininga, interior de São Paulo, 1929.
Na cozinha de uma fazenda, trabalhadores preparam uma festa para o "Seu Julinho", afinal ele foi eleito Presidente da República. Júlio Prestes de Albuquerque, para eles, antes de ser o homem que ocupa as manchetes, é o menino que viram crescer correndo pelas terras de seu pai.
Mas, enquanto a comida fica pronta e a celebração se aproxima, sinais de uma crise política começam a atravessar as estradas da região. Seu Bento (70), um velho trabalhador rural percebe que alguma coisa mudou. Pedro (30), um jornalista recém chegado na cidade tenta distinguir rumores de fatos. E, à medida que a tensão cresce, os dois descobrem que compreender o que está acontecendo pode ser tão perigoso quanto tentar contar a verdade.
Quando a Revolução de 1930 interrompe a sucessão presidencial, a festa jamais acontece. A imprensa é pressionada, as notícias se contradizem e a história parece pertencer apenas àqueles que venceram a disputa pelo poder.
Entre panelas que esfriam, uma prensa silenciosa e um caderno de anotações, começa outra luta: preservar a memória de quem testemunhou os acontecimentos sem ter voz nas decisões.
Júlio Prestes — A História que Não Foi Contada é um longa metragem de ficção histórica que transforma um episódio decisivo da política brasileira em um suspense sobre lealdade, informação, poder e memória.
Inspirada em acontecimentos reais, a obra acompanha personagens ficcionais e propõe um olhar humano sobre aqueles que viveram a história à margem dos palácios.
Uma história nacional. Um suspense íntimo. Uma ruptura que mudou o Brasil.


Argumento
Itapetininga, interior de São Paulo, 1930. A cozinha de uma fazenda está em festa. A eleição de Júlio Prestes, filho da região e presidente eleito do Brasil, mobiliza os trabalhadores que preparam uma celebração carregada de esperança.
Mas Seu Bento (70), um antigo trabalhador rural que conhece as estradas, os tropeiros e os caminhos da região, começa a perceber mudanças inquietantes. Homens armados circulam a cidade, viajantes evitam responder a perguntas e os sinais de uma crise política chegam à fazenda de forma fragmentada.
Pedro Campos, jornalista idealista recém chegado e fundador de um jornal local, acredita que a investigação rigorosa dos fatos poderá esclarecer a situação. Ao entrevistar Júlio Prestes, ele acredita estar diante de uma história importante demais para ser reduzida a rumores.
A relação entre Pedro e Seu Bento se transforma em um confronto entre duas maneiras de compreender a realidade: a confiança nos documentos e nas notícias impressas, de um lado; a experiência de quem aprendeu a reconhecer o perigo antes que ele seja anunciado, de outro.
Enquanto a crise se intensifica, a fazenda deixa de ser um espaço de celebração e se transforma em um lugar de espera. A circulação das notícias se torna mais difícil, as pressões sobre o jornal aumentam e a expectativa de uma festa cede lugar ao medo.
A Revolução de 1930 rompe a ordem política. Júlio Prestes, eleito presidente, não toma posse. Vargas atravessa o país em direção ao Rio de Janeiro e toma posse, iniciando uma ditadura.
O trem atravessa a estação sem parar, a prensa silencia e a celebração permanece inacabada.
Diante do fracasso de suas certezas, Pedro encontra em Seu Bento uma fonte de conhecimento que os registros oficiais não podem substituir.
Juntos, passam a reunir relatos, memórias e testemunhos daqueles que acompanharam os acontecimentos sem participar de suas decisões.
A história que começa com uma eleição termina com uma pergunta: quem tem o poder de decidir o que será lembrado?
Contexto Histórico
Entre 1929 e 1930, o Brasil estava prestes a mudar de rumo. Em meio à crise econômica mundial e ao desgaste da Primeira República, uma disputa pelo poder dividiu as principais forças políticas do país. De um lado, Júlio Prestes, governador de São Paulo, candidato apoiado pelo presidente Washington Luís; do outro, Getúlio Vargas, líder da Aliança Liberal. Em 1º de março de 1930, Prestes venceu as eleições e se tornou presidente eleito do Brasil. Sua projeção ultrapassou as fronteiras nacionais: recebido nos Estados Unidos pelo presidente Herbert Hoover, tornou-se o segundo brasileiro a estampar a capa da revista TIME, em junho daquele ano. Tudo indicava o início de um novo capítulo na história do país. Mas a Presidência que havia conquistado estava prestes a lhe ser arrancada.
A oposição ao resultado eleitoral, as articulações políticas e militares e o assassinato de João Pessoa criaram o cenário para a Revolução de 1930. Em outubro, Washington Luís foi deposto, a posse de Júlio Prestes foi impedida e Getúlio Vargas assumiu o poder. O Brasil entrava em uma nova era, mas o país que havia escolhido seu presidente jamais seria o mesmo. Nos anos seguintes, com o poder centralizado, as instituições transformadas e São Paulo em confronto com o governo federal, a tensão culminaria na Revolução Constitucionalista de 1932. Entre a vitória nas urnas e a impossibilidade de governar, a trajetória de Júlio Prestes tornou-se parte de uma história de rupturas, disputas e memórias que ainda ecoam no Brasil.


Roteiro Estrutural
Estrutura preliminar para desenvolvimento do roteiro dividida em cinco partes.
1 — A FESTA
Na fazenda de Júlio Prestes, os preparativos para celebrar a eleição presidencial mobilizam trabalhadores e alimentam a esperança de um futuro diferente. Enquanto Seu Bento percebe sinais de inquietação nas estradas, Pedro acompanha os acontecimentos com o olhar de um jornalista que acredita na força dos fatos. A festa se aproxima, mas algo começa a sair do lugar.
2 — OS SINAIS
As notícias chegam fragmentadas. Telegramas, manchetes contraditórias e relatos de viajantes apontam para uma crise que ninguém consegue compreender por inteiro. Seu Bento insiste que o perigo já está presente. Pedro procura provas, mas encontra pressões, silêncios e versões incompatíveis. A distância entre aquilo que se sabe e aquilo que se pode provar começa a se tornar insustentável.
3 — A ESTRADA
O ambiente político se deteriora e a tensão alcança a região. O movimento de homens armados, as mudanças nas ferrovias e a circulação de rumores transformam o cotidiano da fazenda. Pedro tenta manter seu jornal independente, enquanto pessoas influentes procuram controlar o que será publicado. Seu Bento percebe que a crise já não ameaça apenas uma festa, mas a vida de quem está ao seu redor.
4 — O SILÊNCIO
A ruptura política se concretiza. A sucessão presidencial é interrompida, e Júlio Prestes não toma posse. O trem que deveria parar em Itapetininga segue viagem. Dizem que ao calar da noite, o próprio Getúlio Vargas passando por essas terras, fez o trem parar para descer em uma estação vazia e cuspir no chão, voltou ao trem e seguiu viagem para a capital do país, para consumar um golpe de estado. A pressão sobre o jornal atinge seu limite, e Pedro descobre que conhecer os fatos não significa ter liberdade para divulgá-los. Na fazenda, a comida esfria e a celebração perde definitivamente o sentido.
5 — O QUE FICA
Depois da ruptura, os personagens precisam compreender o que restou de suas expectativas. Seu Bento retorna à estrada, agora marcada por ausências e incertezas. Seu Julinho dex Pedro abandona a esperança de que a imprensa, sozinha, seja capaz de preservar a verdade. Em um caderno, começa a registrar as vozes dos trabalhadores e os relatos dos tropeiros. A história oficial pode ter sido escrita, mas a memória ainda está em disputa.
Proposta Estética

A história vista pelo povo. De baixo para cima.
A série parte de uma escolha narrativa: acompanhar uma ruptura política nacional a partir de um espaço íntimo, a cozinha de uma fazenda.
O calor do cotidiano contrasta com o avanço de uma crise que os personagens não conseguem controlar. A comida, os objetos, os gestos e as conversas carregam a expectativa de uma celebração que nunca se realiza.
A narrativa alterna esse universo com espaços de circulação e controle da informação: a redação de um jornal, as estradas, as estações ferroviárias e os ambientes institucionais que permanecem distantes da experiência dos protagonistas.
O suspense nasce da diferença entre o que o espectador percebe, o que os personagens sabem e aquilo que conseguem comprovar.
A série não pretende reproduzir uma aula de história. Seu objetivo é criar uma experiência dramática em que os acontecimentos históricos transformem relações, revelem contradições e obriguem os personagens a tomar decisões.
A direção buscará construir uma experiência cinematográfica de época, marcada pela tensão crescente entre a intimidade dos personagens e a dimensão dos acontecimentos históricos.
A câmera observará os ambientes e os personagens com proximidade, valorizando os gestos, as pausas e os detalhes que antecipam mudanças. O suspense será construído por meio da informação incompleta, da espera e da percepção de que algo está prestes a acontecer, mesmo quando ninguém consegue explicar exatamente o quê.
A fotografia partirá de uma atmosfera acolhedora, associada à cozinha e à vida na fazenda, para desenvolver progressivamente contrastes mais duros, sombras e composições que expressem o isolamento e a incerteza.
A direção de arte terá papel fundamental na reconstituição de 1930, com atenção aos figurinos, objetos cotidianos, jornais, mobiliário, arquitetura e meios de transporte.
O desenho de som explorará o ruído das panelas, os passos na estrada, os trilhos da ferrovia, as conversas interrompidas e o ritmo mecânico da prensa. Esses elementos funcionarão como motivos narrativos, até que a expectativa de movimento seja substituída pelo silêncio.
A proposta é unir rigor de época, tensão psicológica e uma perspectiva humana sobre a história brasileira.



Referências
Tristeza do Jeca (1961)
Fazendas, trabalhadores, coronelismo e disputas eleitorais no interior. Tem uma conexão temática especialmente interessante com a crise política de 1930, embora seja uma comédia
O Dia que Durou 21 Anos (2012)
Pela forma como desvenda os bastidores da política e a manipulação da informação.
Getúlio (2014)
Pela reconstrução de um período político complexo e a exploração da figura central.
A Marvada Carne (1985)
A referência mais importante para o cotidiano caipira
Uma representação do interior paulista com casas simples, costumes, objetos, alimentação e personagens rurais.
Brasil 70 (2026)
Mini série biográfica sobre o Pelé, contada de um ponto de vista íntimo e dos bastidores de um grande acontecimento histórico nacional.



Itapetininga como cenário
A Itapetininga Film Commission e a São Paulo State Film Commission estão prontas para prestar todo o apoio para a produção.
Dossiê de
Personagens
SEU BENTO (70s)
Um velho trabalhador rural que conhece profundamente a região, suas estradas e seus habitantes. Observador e reservado, aprendeu a reconhecer o perigo por pequenos gestos, mudanças de comportamento e silêncios. Não possui acesso aos centros de poder, mas compreende aquilo que os documentos nem sempre conseguem registrar.
Seu Bento representa a experiência cotidiana de quem testemunha grandes transformações sem participar das decisões que as provocam.
PEDRO (30s)
Jornalista idealista e fundador de um jornal local. Acredita no rigor da apuração, na responsabilidade da imprensa e na capacidade dos fatos de esclarecer os acontecimentos. Inteligente e persistente, precisará confrontar os limites de suas convicções quando a liberdade de publicar se tornar uma questão de poder.
Sua trajetória é a passagem da confiança absoluta nos registros para a compreensão de que a memória também depende das pessoas que conseguem preservá-la.
JÚLIO PRESTES (47)
Presidente eleito em 1930, cuja posse foi impedida pela ruptura política daquele ano chefiada por Getúlio Vargas. Sua presença na narrativa representa a dimensão nacional do conflito e o contraste entre as expectativas depositadas em sua eleição e o desfecho dos acontecimentos.
A série o aborda dentro de uma trama de ficção histórica, sem transformar o personagem em substituto dos protagonistas ficcionais.
OS TRABALHADORES DA FAZENDA e os MORADORES DA CIDADE
Homens e mulheres que acompanham a eleição como um acontecimento que pode transformar suas vidas. Suas conversas, relações e expectativas revelam a dimensão humana de um momento histórico normalmente narrado a partir de seus protagonistas políticos.
PERSONAGENS DO PODER
Jornalistas, autoridades, viajantes, muladeiros, militares e figuras influentes compõem o ambiente de incerteza em que as informações circulam, as versões se multiplicam e as decisões tomadas longe da fazenda alteram o destino de seus habitantes.
Seu Bento e Pedro Campos são personagens ficcionais. Os demais personagens, acontecimentos e elementos históricos serão definidos e verificados durante a pesquisa e o desenvolvimento dos roteiros.
Apoio de pesquisa
São Paulo e Itapetininga
Davi Napoleão
Historiador e pesquisador – Itapetininga
Especialidade: Biografia de Júlio Prestes
Contato: via Jornal Panorâmico / redes acadêmicas locais
Observação: Desenvolve pesquisa e biografia inédita sobre Júlio Prestes.
Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Itapetininga (IHGGI)
Instituição de pesquisa histórica
Contato institucional: https://ihggi.org
Observação: Acervo local e pesquisadores sobre Júlio Prestes e Primeira República.
Museu da Imagem e do Som de Itapetininga (MIS Itapetininga)
Arquivo audiovisual e memória local
Contato: Secretaria de Cultura de Itapetininga
Observação: Fotografias, registros sonoros e memória oral.
Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP)
Instituição estadual de arquivo histórico
Contato: atendimento@arquivoestado.sp.gov.br
Observação: Fundo Júlio Prestes e documentação original.
Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) – Centro de Memória
História política paulista
Contato: centrodememoria@al.sp.gov.br
Observação: Registros parlamentares e trajetória política.USP – Departamento de História (FFLCH)
Universidade de São Paulo
Contato: hist@usp.br
Observação: Pesquisadores da Primeira República e sucessão de 1930.
PUC-SP – Programa de Pós-Graduação em História
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Contato: poshistoria@pucsp.br
Observação: Leitura crítica do período de 1930.
Jorge Ferreira
Historiador – especialista em República e 1930
Contato: via universidade / editoras / eventos acadêmicos
Observação: Referência nacional para contextualização histórica.
Estação Júlio Prestes / Sala São Paulo – Curadoria
Instituição cultural e patrimônio histórico
Contato: comunicacao@salasaopaulo.art.br
Observação: Símbolo visual e histórico do personagem.
Arquivo Nacional – Representação São Paulo
Arquivo histórico nacional
Contato: atendimento.sp@an.gov.br
Observação: Enquadramento institucional nacional.


Diferencial
Cultural


A obra propõe uma investigação sobre a construção da memória nacional, conduzida pelo olhar de um jornalista de Itapetininga que busca compreender por que Júlio Prestes — presidente eleito da República em 1929 — foi gradualmente afastado da narrativa oficial da história brasileira.
Seu principal diferencial está na revisão crítica de um dos episódios mais importantes da história política nacional. A partir de documentos históricos, arquivos, correspondências, depoimentos de especialistas e pesquisas recentes, o roteiro revisita acontecimentos tradicionalmente consolidados pela historiografia oficial, estimulando uma reflexão sobre os processos de construção da memória coletiva e sobre a forma como determinados personagens são celebrados enquanto outros são esquecidos.
Outro aspecto singular da obra é a perspectiva regional. Ao partir de Itapetininga, cidade natal de Júlio Prestes, o longa estabelece uma conexão entre a história local e os grandes acontecimentos nacionais. A memória preservada pela população, os lugares que marcaram a trajetória do personagem e a relação afetiva da cidade com seu conterrâneo oferecem uma dimensão humana raramente explorada em produções sobre a política brasileira. Essa abordagem aproxima o público da narrativa e demonstra como acontecimentos nacionais impactam diretamente comunidades e identidades locais.
O filme também constrói um poderoso contraste dramático entre a esperança popular despertada pela eleição de Júlio Prestes e os acontecimentos que impediram sua posse.
Essa tensão narrativa transforma a investigação histórica em uma experiência envolvente e acessível para diferentes públicos.
Relevância
Contemporânea
Em uma sociedade marcada pela disputa de narrativas, pela circulação massiva de informações e pela revisão constante dos acontecimentos históricos, Júlio Prestes — A História que Não Foi Contada propõe uma reflexão sobre democracia, legitimidade do voto, memória institucional e os impactos das rupturas políticas na trajetória de uma nação.
Ao revisitar os acontecimentos de 1930 a partir do interior paulista e do olhar de personagens comuns, a obra evidencia como as grandes transformações políticas afetam não apenas as instituições, mas também a vida, as expectativas e a memória do povo. Mais do que recuperar um capítulo decisivo da República brasileira, a produção questiona quem tem o poder de narrar a história, quais vozes são silenciadas e como determinadas versões dos fatos atravessam gerações.
Assim, o passado torna-se uma ferramenta para compreender os desafios do Brasil contemporâneo, preservar o patrimônio histórico e cultural e refletir sobre os caminhos democráticos que escolhemos construir para o futuro.
Público Alvo

A série é direcionada principalmente ao público adulto, com foco na faixa dos 25 aos 59 anos, interessados em história, política, jornalismo, cinema brasileiro e narrativas de suspense inspiradas em acontecimentos reais.
A obra também pode dialogar com espectadores de dramas históricos, thrillers políticos, produções de época e séries que exploram conflitos entre indivíduos e estruturas de poder.
O recorte humano favorece o acesso de quem não conhece em profundidade a história de 1930, enquanto a ambientação em Itapetininga cria uma conexão particular com o interior paulista e com a valorização da memória regional.
Potencial
no Mercado
Uma história brasileira com possibilidades de circulação internacional.
O projeto combina três elementos de posicionamento: um acontecimento histórico de alcance nacional, uma narrativa de suspense conduzida por personagens ficcionais e temas que ultrapassam as fronteiras do Brasil, como o controle da informação, a disputa pela memória e a relação entre poder e sociedade.
O formato de minissérie permite desenvolver os personagens e sustentar a progressão dramática ao longo de cinco episódios, oferecendo um arco narrativo fechado.
A proposta será apresentada a produtoras, coprodutores, canais, plataformas de streaming e agentes de vendas interessados em ficção histórica latino-americana.
O projeto poderá explorar oportunidades de circulação em mercados internacionais, festivais, eventos profissionais e canais de distribuição compatíveis com seu formato e estágio de desenvolvimento.
O potencial comercial dependerá do desenvolvimento dos roteiros, da equipe envolvida, da estratégia de financiamento, do posicionamento de mercado e dos acordos que vierem a ser estabelecidos.

Plano de Financiamento
A estratégia de financiamento de Júlio Prestes será baseada na diversificação das fontes de recursos, combinando incentivos fiscais, patrocínios privados e apoios institucionais.
A produtora criadora do projeto Ricci TV Produções, está em busca de apoios institucionais, comerciais, co-produção, investimentos e vendas.
Paralelamente, o projeto buscará recursos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), permitindo que empresas tributadas pelo Lucro Real destinem parte de seus impostos para a realização do projeto.
A estratégia prioriza empresas que possuam vínculo histórico, econômico ou institucional no Estado de São Paulo, transformando o projeto em uma iniciativa coletiva de valorização da história paulista e de Itapetininga ao retratar um dos personagens mais importantes da história republicana brasileira.

Incentivo Público (Rouanet, FSA)
Patrocínio Direto
Co-produção e licenciamento
Parcerias com empresas que buscam investir em projetos culturais e educativos, recebendo benefícios fiscais e direcionamento de recursos.
Investimentos diretos de indivíduos e instituições que acreditam na importância histórica e na narrativa do Brasil contemporâneo.
Participação ativa em etapas de produção, com o compromisso de financiar e/ou contribuir com o conteúdo e a distribuição do projeto.
Plano de Distribuição e Comercialização
A estratégia de distribuição e comercialização internacional de Júlio Prestes – A História que Não Foi Contada tem como objetivo posicionar o longa-metragem como um drama histórico brasileiro de potencial alcance global. O projeto prioriza mercados europeus, especialmente Reino Unido, França, Espanha, Portugal e Alemanha, além da América Latina, com foco em Argentina, Uruguai, México, Colômbia e Chile.
A estratégia combina participação em festivais internacionais, distribuição cinematográfica, licenciamento por territórios, plataformas de streaming, televisão e canais digitais. Busca-se estabelecer parcerias com agentes de vendas internacionais, distribuidoras independentes e produtoras para coprodução, ampliando a circulação da obra e preservando a flexibilidade de negociação dos direitos em diferentes mercados e plataformas.
A partir de importantes parcerias de serviços de produção já articuladas no Brasil, o projeto apresenta uma estrutura local de realização, acesso a locações históricas singulares e uma identidade cultural brasileira diferenciada. O plano comercial prevê a atração de coprodutores internacionais, a formalização de acordos de distribuição e o desenvolvimento de relações estratégicas com plataformas e agentes do mercado audiovisual global. Ao combinar uma narrativa histórica envolvente com temas universais como poder, democracia, memória e identidade, o longa pretende levar uma perspectiva única do interior do Brasil ao público internacional.
Parcerias e Coprodução
Buscamos colaboradores e parceiros para fortalecer a narrativa histórica e política de Julio Prestes. Entre em contato para discussões sobre financiamento, coprodução ou parcerias institucionais.
E-mail: riccitv@gmail.com / alexandrecanda@gmail.com
Telefone: +55 (11) 9 7956-1815
Endereço: Itapetininga - SP